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Decisão inédita do STJ reacende debate em torno do abandono afetivo
11.05.2012

A Comissão de Seguridade Social e Família já aprovou o projeto. A relatora na comissão, deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), observa que a justiça acaba tomando decisões de competência do Legislativo por causa da dificuldade no andamento de temas polêmicos como este.

Por outro lado, a deputada aponta o lado positivo da decisão inédita do STJ. "Eu diria que esta indenização não é o ideal. O ideal é que os sentimentos, os valores humanos de cuidado, de afeto com as crianças predominem na sociedade. Mas isso não está se dando. Por isso acredito que veio em bom momento esta indenização que, como disse a juíza, é pontual, não vai se refletir em todas as circunstâncias’, afirma a deputada. “Muitas vezes, famílias ou pais ou mães não têm recursos para sobreviver, elas jamais terão condições de dar uma indenização, mas ela é também pedagógica", acrescenta.

Regulamentação
Jô Moraes destacou ainda que o abandono afetivo será tratado em regulamentação específica."É muito difícil você precisar movimentos da subjetividade humana. O que é a expressão afetiva de um lado para o outro. A expressão afetiva se materializa no cuidado. O cuidado que significa apoio material, mas também presença nas relações, presença física, atenção. Evidente que isso será um processo de regulamentação posterior à definição, porque o projeto coloca questões mais genéricas, sem descer a detalhes."

O projeto que prevê indenização por dano moral em razão do abandono afetivo está pronto para inclusão na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça.

Agência Câmara de Notícias

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