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Novo juiz do caso Cachoeira vai se declarar impedido de julgar o caso
19.06.2012

O juiz Leão Aparecido Alves, designado para suceder o juiz Paulo Augusto Moreira Lima no processo sobre a Operação Monte Carlo, disse que vai se declarar impedido de conduzir o caso por ser amigo de José Olímpio Queiroga Neto, suspeito de ser aliado de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Queiroga Neto foi preso na Monte Carlo e libertado na semana passada. Ele foi padrinho de casamento de Leão, quando o juiz atuava como advogado em Brasília.

Leão Aparecido Alves não atuou na Operação Monte Carlo porque havia sido convocado para atuar no próprio Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1). O responsável pela investigação era o juiz substituto Paulo Augusto Moreira Lima, que deixou o caso após ter sido convocado para a 12ª Vara. 

O juiz Moreira Lima, que autorizou as escutas telefônicas da operação Monte Carlo e ordenou a prisão de Carlinhos Cachoeira, pediu afastamento da 11ª Vara Federal em Goiás e vai atuar na 12ª Vara, área fiscal. Ele enviou ofício ao corregedor-geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Carlos Olavo, em que afirma não ter condições de permanecer no caso por sofrer ameaças: "vivo situação de extrema exposição junto à criminalidade do Estado de Goiás".

 

Fonte: JB online

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