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PICHADORES ELETRÔNICOS:Ministro compara candidatos que foram eliminados do Enem por postarem fotos na internet
05.11.2012

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, informou que 65 estudantes foram desclassificados da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por postarem fotos das provas nas redes sociais, como o Facebook e o Twitter.

O número corresponde aos dois dias do Enem, realizado neste final de semana em todas as regiões do Brasil.

O ministro comparou os estudantes a 'pichadores eletrônicos' e condenou a postura. "É quase como se fossem pichadores eletrônicos, que querem deixar registrado a sua ousadia. Uma irreverência que prejudica e desestabiliza o processo", afirmou em entrevista coletiva no final desta tarde.

O ministro também mostrou indignação em relação ao boato de quem o Enem havia sido cancelado. 

No caso, uma falsa informação de que o Enem tinha sido cancelado se espalhou pelo Facebook e Twitter na madrugada de sexta para sábado. A informação se disseminou com rapidez com a hashtag #Enem2012cancelado. O assunto gerou tanto buzz que chegou a dominar a lista de assuntos mais comentados da redes sociais durante o final de semana.

O Ministério, no entanto, realizou uma força-tarefa para rebater a falsa informação, divulgando pelas redes sociais e por meio de telejornais e rádios informações de que a prova seria realizada normalmente, como de fato ocorreu em todo o país. A Policia Federal também foi acionada pelo governo e, depois de uma investigação eletrônica, encontrou os responsáveis pelo boato.

De acordo com o ministro, o Inep/MEC fez um monitoramento de redes sociais muito eficaz. "O trabalho ajudou a prevenir e resolver problemas de forma rápida", disse.

Crime - O ministro não disse quais serão as medidas tomadas contra as pessoas que disseminaram o boato sobre o cancelamento do Enem.

Contudo, ele defendeu uma reforma na legislação para que haja uma punição aos autores de boatos que tragam riscos à população.

"É necessário mudar e aprimorar a legislação no Brasil. Não podemos permitir que qualquer cidadão tenha como prejudicar milhões de estudantes que se dedicaram para um vestibular. Além disso, o boato coloca em risco o investimento que o Estado brasileiro faz", afirmou.

Fonte: Portal ODia.com 

 

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